Sintam-se à vontade!

Neste Blog você vai encontrar uma variedades de pensamentos, desabafos, argumentos, bobagens, incoerências, paranóias, conclusões, insultos, enfim, assuntos diversos, porque na vida é preciso diversificar.

Saiba que aqui não são textos, são sentimentos. As palavras saem e nem sempre faço questão de ler novamente para ver como ficou. A cada leitura é um novo sentimento e já existem muitos deles dentro de mim.

É normal ter preguiça de ler, mas não julgue-os pelo tamanho.

Aqui os sentimentos ganham vida.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Aluga-se um coração


O talento de improvisador e a consistência de um som. Os improvisadores criam grande ideias em um espaço muito curto de tempo.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Eu Aprendi...

Sou uma mulher de sorte, pois todos os dias tenho fome de saber, fome de aprender algo mais, de querer sempre conhecer um pouco mais...
E quanto mais eu sei, quanto mais eu aprendo, percebo que nada sei, percebo quantas coisas ainda a vida tem para me proporcionar... Para me ensinar...
E na ânsia de aprender mais, encontro sempre forças para ver o mundo mais colorido, a vida mais receptiva, e as oportunidades se apresentando em minha frente, me dando boas vindas a cada sorriso que entrego, como que me recompensando e me estimulando a seguir em frente; e eu claro, não me faço de rogada, sorrio pra vida, subo no salto, passo um batom nos lábios e digo pra vida:

Venha, porque de você quero sempre mais !!!
 
Aprendi que quando vejo duas pessoas discutindo, não quer dizer que se odeiam.
Que quando duas pessoas juntas estão felizes, não quer dizer que se amam.
Que o mundo dá voltas e a vida é uma seqüência de desafios.
Que algumas feridas saram, outras não.
Que quem vive do passado é museu.
Que quem vive o futuro, não vive, apenas sonha.
Que com a pessoa certa uma vida é pouco tempo.
Que com a pessoa errada um minuto é muito.
Que mesmo acompanhada ainda posso estar só.
Que caráter vem do berço, não se compra.
Que amor não se exige, se dá.
Que meus amigos eventualmente vão me machucar, são humanos.
Que um ato pode mudar toda uma vida, mas que nem toda uma vida pode mudar alguns dos nossos atos!!!

Escolhas de uma Vida

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!

By Pedro Bial

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A DOLOROSA ROTINA DE UMA PORTADORA DE ENDOMETRIOSE

By Caroline Salazar

Eu jamais imaginei que ter endometriose acarretaria em sérias mudanças no meu dia a dia. Quando eu era mais nova e morava com a minha mãe, eu nunca fui acostumada a fazer tarefas domésticas. Mas as vezes, eu fazia estas tarefas. Confesso que odeio cozinhar, lavar pratos e faxinar a casa. Agora a rotina mudou e as vezes a minha ajudante precisa faltar. Como eu tinha muita dor antes da cirurgia e continuo com dores, após a faxina era apenas mais uma ‘das minhas dores’. Quando se fala sobre a gravidade da doença, não é somente pelas dores, porque a doença tem um comportamento maligno, por ela ser crônica e progressiva ou por conta da pelve congelada. É pelo simples fato de a endometriose mudar toda a rotina da mulher. As simples tarefas do dia a dia, como limpar a casa e cozinhar, são quase impossíveis de fazê-las. Digo quase impossível para não dizer inexecutável mesmo. É que nós teimamos em fazê-las, pois muitas pessoas ao nosso redor não entendem quando dizemos ‘não consigo mais limpar a casa, não consigo mais fazer isso e aquilo’. Aí para não acharem que não queremos fazê-las ou que estamos com preguiça, fazemos mesmo sabendo que depois pagaremos um alto preço por isso. O preço: as nossas terríveis dores. Ontem, sábado, aconteceu isto comigo. Fui teimar em lavar banheiro, limpar a cozinha e me ferrei. Resultado? Não consegui terminar de limpar toda a casa, só parte dela, de tanta dor que comecei a sentir. Tomei nimesulida e torsilax, mas nada. Estou até hoje com dor, em pleno domingão. Acho que vou tomar o meu último comprimido de tylex. Infelizmente, não conseguimos nem pegar muito peso. Como a doença é crônica e progressiva, não podemos fazer esses esforços. E não vou fazê-los mais. Não é o outro que manda fazer que vai sentir as nossas dores horrorosas. Aliás, eu gostaria muito que estas pessoas sentissem pelo menos, por um dia, ou seja, 24 horas as nossas dores. Eu tô fora, pois não posso arriscar meu futuro. Se eu continuar a fazer certos esforços, não só terei as conseqüências agora, como daqui a alguns bons anos. E aí, quem vai sofrer por mim? Ninguém... Isso mostra o quanto o ser humano é egoísta. Como disse o meu querido Amigo André, quando nos falamos esta semana, o ser humano é podre. Eu concordo com ele. Podre, egoísta, só pensa em dinheiro, é invejoso, pra mim, um nojo. Tal qual como aquele que não cumprimenta as pessoas, que decide por fim num namoro sem ouvir o outro, aquele que finge ser seu amigo, mas é falso, aquele que só olha pro próprio umbigo, aquele que não se coloca na pele do outro, etc.

Adaptado por Elizabeth Souza

domingo, 13 de novembro de 2011

Falta de personalidade é criticar uma coisa só porque todos estão criticando. Hipocrisia é mudar de idéia só porque encontrou algo que lhe convém.


Queria mesmo era fugir da realidade, criar um mundo privado, onde não existisse o caus, a dor, as lágrimas, onde eu só encontraria a paz, o amor e a felicidade.

E ontem à noite eu queria levantar daquela cama e me livrar daquele calor todo, daquela agonia toda, daquelas lágrimas todas. Ontem à noite eu quis me levantar e sair vagando pela cidade, observando as estrelas e a luz dos postes. Ontem à noite eu quis sair sem rumo e curtir minha solidão. Ontem a noite eu quis sumir pra me encontrar, eu quis usar a maquina do tempo, eu queria realmente voltar no tempo. Ontem a noite eu quis uma mão sobre a minha, uma voz ao pé do ouvido me dizendo que tudo ficaria bem e só encontrei um rio gelado saindo de meus olhos. Ontem à noite eu me fiz promessas e repensei aquelas tantas que quebrei, ontem à noite eu jurei que hoje seria diferente, eu preciso ser diferente.